quinta-feira, 4 de agosto de 2016

#textos #excertos



Com 30 anos eu percebi que não poderia mais brigar com meus pais, e que não era com eles que resolveria as lacunas da infância ou a distância na juventude. “Não era com eles”, ainda repito vez ou outra pra mim mesma.

(…)

Com 30 anos tinha o temor e a coragem, as despedidas e as perspectivas, tudo doendo e sendo bom ao mesmo tempo. Era bom não ser mais jovem e era ruim não ser mais jovem.

Com 30 anos eu não sabia que com 40 continuaria sem saber como fazer pra não ter medo de amar e de dizer o que sinto.

Ainda bem.

Texto na íntegra aqui.

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